sábado, 19 de junho de 2010

6º Edição da Mostra Movimento e Palavra

A Mostra Movimento e Palavra está se encaminhando para sua 6º Edição e se caracteriza como um evento que busca dinamizar e estimular a produção da dança de expressão contemporânea no Rio Grande do Sul, assim como aproximar coreógrafos, intérpretes-criadores e espectadores, no intuito de intercambiar experiências e formar públicos para a dança. Uma das características da Mostra está centrada no fato de operar com coletivos de artistas independentes, que trabalham em cooperação, com trabalhos coreográficos solo, duos ou trios, notadamente ligados à contemporaneidade, que se unem para dar maior visibilidade para suas criações, na tentativa de aproximá-las do público. A Mostra oportuniza espaço para os artistas mostrarem seus trabalhos e processos de trabalho em dança, buscando estimular o exercício da crítica, ou melhor, de uma construção crítica na produção de dança contemporânea na cidade de Porto Alegre e Estado.

Serão dois encontros, o primeiro no dia 26 de junho com o projeto Dar carne a memória de Mônica Dantas e Eva Schul com bate-papo ao final com os provocadores/comentadores Susi Weber, Ben Berardi, Marco Fillipin e Airton Tomazzoni e o segundo encontro no dia 3 de julho com os artistas, Dagmar Dornelles, Leticia Paranhos, Bruno Goularte Barreto e Lisandro Bellotto com bate-papo ao final com os provocadores/comentadores Luciana Paludo, Élcio Rossini, Mônica Dantas e Eva Schul. Os encontros acontecem sempre aos sábados às 19 horas na sala 209 na Usina do Gasômetro. A Mostra é uma realização da Eduardo Severino Cia de Dança e Coletivo de Dança da Sala 209.

Programação:

Dia 26 de Junho

Projeto Dar carne a memória de Mônica Dantas e Eva Schul.

Este espetáculo integra o Projeto dar carne à memória, concebido e coordenado por Mônica Dantas, que recebeu o Prêmio Funarte de Dança Klauss Vianna/2009 e que tem por objetivo a recriação e a celebração do patrimônio coreográfico da dança contemporânea em Porto Alegre, através da remontagem de obras coreográficas de Eva Schul.

Nesta noite serão apresentadas fragmentos das coreografias de três períodos distintos: Um Berro Gaúcho (anos 1970); Hall of Mirrors (1986) e Catch ou como segurar um instante (2002). Um Berro Gaúcho (1977) é baseado na lenda do Sepé Tiarajú, que serve de referência para se falar de liberdade e servidão em pleno século XX. Hall of Mirrors (1986) utiliza a metáfora do jogo dos espelhos para abordar a necessidade de reconhecimento social de todo ser humano. Catch ou como segurar um instante (2003) busca uma correlação entre estados físicos e emocionais, através da experimentação de diferentes modos de equilibrar, desequilibrar e apoiar um ou mais corpos no espaço. Com grande elenco de novos bailarinos.

Também serão apresentados solos e duos recriados por intérpretes-criadores que participaram da elaboração dessas obras como integrantes da Ânima Cia. de Dança, nos anos 90. Teremos Cibele Sastre em O fio partido; Luciana Paludo em Solitude Luciano Tavares e Viviane Lencina em De um a cinco.

Mediadora Susi Weber e provocadores/comentadores Ben Berardi, Marco Fillipin e Airton Tomazzoni.

Dia 3 de Julho

Sinn Sims(leia-se o S como Z) de Dagmar Dornelles com a Cia Municipal de Dança de Caxias do Sul

Viajando pelos sons das palavras, da música, dos corpos e das coisas, e deixando o release, de sã consciência, no abandono. Com interpretação de Daniel Medeiros e Letícia Guimarães.

Composição e direção:

Daggi Dornelles

Bailarinos:

Daniel Medeiros e Letícia Guimarães

Transferência de Leticia Paranhos/ Porto Alegre

Representa a busca por um caminho. Caminho que passa pelo interior humano, suas incertezas, suas verdades momentâneas e suas mentiras inocentes. Um mergulho no escuro profundo, na fossa alimentada pelo desejo e compaixão de um ser por si mesmo. Oferece ainda, uma perspectiva para os dilemas emocionais dos seres humanos, através de um indivíduo, que não consegue ser feliz, que não sabe quem realmente é ou o que quer, mas que ainda é capaz de dirigir a si mesmo. Com interpretação de Leticia Paranhos.

Ensaio sobre a memória de Lisandro Bellotto e Bruno Goularte Barreto(vídeo)/ Porto Alegre

O trabalho é composto de cinco quadros que revelam o mundo pessoal e afetivo do performer, a partir de histórias verídicas misturadas com ficção. Com interpretação de Lisandro Bellotto.

Mediadora Mônica Dantas e os provocadores/comentadores Luciana Paludo, Élcio Rossini e Eva Schul.

Serviço:

Onde: Sala 209 na Usina do Gasômetro, Av. João Goulart, 551.

Quando: Aos sábados, dias 26 de junho e 3 de julho de 2010.

Horário: 19h.

Ingressos: Inteira R$ 10,00 e meia R$ 5,00(melhor idade, estudantes, artistas e assinantes Correio do Povo)

Maiores informações: http://eduardoseverinociadedanca.wordpress.com ou eduardosever@yahoo.com

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

ÚLTIMO ENCONTRO DIA 24 DE OUTUBRO



Programa da noite


"Como se fosse ontem"

Solo de dança contemporânea inspirado na busca e escolhas que fizemos para alcançar nossas realizações pessoais. Como se fosse ontem é fragmento do espetáculo solo de dança contemporânea "Transferência" e fala de amor, seus encontros e desencontros.

Coreografia: Letícia Paranhos

Trilha: Filme Once


Aqui e Agora
de Tatiana da Rosa
Música: Vitor Ramil/Fernando Pessoa


Pequenas Ações Terroristas – O Abraço

Um abraço viajado! Depois de passar por Paris e Buenos Aires, as Pequenas Ações Terroristas voltam a Porto Alegre, seu ponto de partida. A questão central desse projeto nasceu na edição de maio de 2007 da mostra Movimento e Palavra e, desde lá, o Abraço segue propondo outras formas de relação com o espaço (e entre pessoas) em locais de grande circulação, em diferentes cidades do Brasil e exterior. Quem sabe abraçando a correria ela pode se transformar em poesia?


"Oô de Casa!"
Na soleira da porta.
Sobre mulheres e a estrada.
Não para quem vai, mas para quem fica.

Processo de criação sobre pesquisa da dramaturgia do corpo e do imaginário gaúcho.
Pesquisa e interpretação: Kátia Salib
Interpretação: Cristina Salib e Tefa Polidoro
Trilha sonora: Rafael Salib
Operação de som: Cadu Magalhães


Bia Diamante: é formada em Comunicação Social - Jornalismo e Produção de TV - (PUC-RJ) em 1981, e se especializou em pintura pelo Centro de Arte Contemporânea do Rio de Janeiro. Participou do curso "Preparação do Ator", dirigido por Amir Haddad (RJ) e de Formação na Área de "Terapia Psicomotora" (RJ), da Escola de Arte e Movimento Angel Vianna. Hoje trabalha como terapeuta corporal e pesquisadora do movimento e integra a Eduardo Severino Cia. de Dança.


Flavia Pilla do Valle: tem formação em técnicas de balé, moderno, contemporâneo e dança criativa, entre outras. Doutoranda em Educação pela UFRGS e Mestre em Dança pela NYU. Especialista em Análise do Movimento Corporal pelo LIMS. Sua principal atuação é nos cursos de Dança e Educação Física da ULBRA.


Marcelo de Andrade Pereira: é doutor em educação (UFRGS), Professor da UFSM, no Departamento de Educação. É coordenador do FLOEMA - núcleo de estudos em estética e educação também da UFSM e pesquisador do GETEPE - Grupo de Estudos em educação, teatro e performance da UFRGS. Tem inúmeros trabalhos publicados nas áreas de arte e educação. Seu foco: performance, corpo e palavra.

Último encontro dia 24 de outubro, sábado, às 19h30min.

Serviço:

Ingressos no local – R$ 10, 00 (inteira) e R$ 5, 00 (meia)

lucian.tavares@gmail.com [51] 9398 7351

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

PROGRAMA DA MOSTRA MOVIMENTO E PALAVRA: IMAGEM

5º Edição da Mostra Movimento e Palavra
1º Mostra Movimento e Palavra: Imagem
Domingo - 25 de outubro de 2009
Das 17h às 19h
Sala 209 - Centro Cultural Usina do Gasômetro


A 1º Mostra Movimento e Palavra: Imagem nasce com trabalhos de artistas não apenas do Rio Grande do Sul, mas de outros estados como Santa Catarina, Bahia, Amazonas, Rio de Janeiro e São Paulo, além de países como Chile e Alemanha. Os vídeos são realizados a partir de variadas referências artísticas e temáticas, de artistas que se utilizam desse suporte para suas criações em dança, performance, movimento, imagens, incluindo videodanças, registros de espetáculos reconfigurados e documentários. Compartilhamento de criações, inspirações, fruição da imagem que dança fazem parte do objetivo da Mostra Movimento e Palavra: Imagem.

Valor da entrada: R$ 2,00


Programa não recomendável para menores de 12 anos.
Haverá um intervalo entre os dois blocos da programação, às 18h.


PROGRAMA:
BLOCO 1 - 17 HORAS:
Brincadeira, a videodança – Ana PI. “É uma semente que estamos plantando. Ações como essa só tendem a fortalecer a videodança, uma linguagem tão versátil e com um potencial educativo enorme”. Videodança realizada na oficina "Videodançar: um verbo possível”. 2009. Salvador/BA/Brasil.

Pas de Corn – Diego Mac. Videodança cujo corpo de baile é composto por pipocas! 2006. Porto Alegre/RS/Brasil.

Herbst Video-dança outonal – Trabalho do coletivo de artistas Bauchladen Monopol, de Colônia, Alemanha. O projeto faz parte de um ciclo de atividades, como leituras dramáticas e exposição fotográfica, que aconteceram em uma casa desocupada. As filmagens foram realizadas em uma tarde e tinham como objetivo trazer alguma vida à casa vazia. Neste filme, Regina Rossi, Sonia Franken e Stefan Schiebe tentam, através do ritmo da ação, das cores e da movimentação da performer criar um dia de outono. Depois de finalizada a filmagem, a trilha foi pesquisada e composta por Marcelo Delacroix e Regina Rossi. 2006. Porto Alegre/Brasil/Alemanha.

Tudo que é vermelho – Ato I – Coreografia Urbana – Sarah Ferreira. Como, quando e onde a cor vermelha compõe em nosso dia-a-dia. 2008. Florianópolis/SC/Brasil.

Enquanto isso –Susana França - Nem tudo podem nossos olhos captar. Múltiplos acontecimentos circundam em fluxos de intensidades variadas. Nos jogos dos horizontes que giram, mudam os focos, dançam nossas percepções. 2009. Porto Alegre/RS/Brasil.

Tudo que é vermelho – Ato II – Olhar que dança – Sarah Ferreira. Como, quando e onde a cor vermelha compõe em nosso dia-a-dia. 2008. Florianópolis/SC/Brasil.

Em branco – Tisi Rangel e Juan Zapata – Uma bailarina expõe sua vida em uma tela quase em branco... para que outras pessoas possam desenhar suas próprias histórias. 2007. Porto Alegre/RS/Brasil.

City Interventions #4 – Alexandra Dias em colaboração com Jerri Dias. A idéia da série em vídeo-dança “City Interventions” é a da não-preparação, pois diante do vazio, do não-saber, do imprevisível, o performer se questiona sobre si mesmo. O acaso é fator decisivo na criação deste trabalho, e o caráter improvisacional e efêmero da obra se convertem em coreografia através do suporte fílmico. Os cinco episódios de “City Interventions” foram dirigidos por Jerri Dias e consistem em improvisações realizadas em locais específicos na cidade de Elsinore, na Dinamarca. 2005. Elsinore/Dinamarca.

Como papel – Olvídia Dias (roteiro e direção). Rosa Maria Almeida (intérprete). Michelle Andrews (edição). Música: Color blind. Escola Superior de Arte e Turismo /ESAT. Coletivo Difusão Cultural. 2008. Manaus/AM/Brasil.

Jogo dos 7 erros – paoleb + aline paiva + antonieta acosta + átila calache + isabela Meirelles + susana frança. Socorram-me subi no ônibus em Marrocos. Paola Barreto é artista visual, pesquisadora e professora, formada em Cinema pela UFF e Mestre em Tecnologia e Estética pela UFRJ. Premiada pelo Instituto Itaú Cultural (SP) com o projeto “Sorria, você está sendo filmado” (2002), realizou a vídeo-instalação "GH através do Espelho" (2006), no Instituto Oi Futuro (RJ). Apresentou em 2008 os trabalhos "Cabine de Pensamentos", na Caixa Cultural (RJ), e "Composição para circuito de vídeo-vigilância", no Teatro Gláucio Gil (RJ) e no Circo Voador(RJ). Trabalho desenvolvido no mini-curso "Composição para circuito de vídeo-vigilância", Sesc Copacabana, Dança em Foco. 2009. Rio de Janeiro/RJ/Brasil.

Homem pigmento floresta – Odacy de Oliveira (argumento e criação) e Valdemir de Oliveira (direção). Com o grupo Corpo de Arte Contemporânea. A produção aborda aspectos angustiantes da relação entre o homem e a floresta, simbióticos – hibridizados, vivificadas no corpo pigmentado. Criado a partir das obras de arte “Personas” de Otoni Mesquita; Série “Queimada” e “Esculturas” de Franz Krajcberg; “Retirantes” de Cândido Portinari e “Região dos Desejos” de Hugo Denizard. Coletivo Difusão Cultural. 2007. Manaus/AM/Brasil.

Esto no es un Clasico - Sérgio Valenzuela Valdés – Vídeo baseado na performance e em texto homônimo do próprio diretor e dramaturgo que propõe um jogo escritural em brain storm. O trabalho apresenta questões sobre a biografia, o gênero e o corpo em exibição, com participação do espectador. 2009, Chile.

The first time – André Mubarack - Vídeo-clipe desenvolvido a partir de um projeto de pesquisa coreográfica que parte do campo da experiência pessoal como matéria para a criação. Este dispositivo permite um movimento de “escritura experimental de si”. Em “The first time” a memória é utilizada como motor de construção e desconstrução, relacionando o artista com seu próprio olhar sobre o mundo, suas obsessões e seu imaginário. Neste sentido, “The first time” mobiliza a lembrança de um evento passado, abrindo espaços para a construção de uma "trama" de imagens habitadas pelas contradições da adolescência e por desejos reprimidos. As estratégias coreográficas são baseadas em procedimentos de suspensão e de saturação espaço-temporais que permitem “quebrar” com a aparente imobilidade da paisagem de fundo, que se modifica pelo percurso experienciado pelo artista e pelo espectador. Na tela, os vestígios desta memória transformada se materializam e se apagam em um processo revelador de tensões sexuais e de obsessões mórbidas ultrapassando a distinção entre moções e emoções. O vídeo integra o projeto "Quarto Escuro".

BLOCO 2 – 19 HORAS:

Híbrido – Édyna Santos (Criação e Concepção Coreográfica). Adriana Goes (bailarina). Michelle Andrews (Videomaker). Jairo Lopes (Cinegrafista). André Rodrigues (Edição). Boto (Música). Banda Glory Ópera. Coletivo Difusão Cultural. 2008. Manaus/AM/Brasil.

Ação não reação – Alexandre Martins, Fátima Souza, Giovanna Gold, Jahlyn Karuna, Susana França. Videodança que parte do jogo entre sombra e luz, investigando projeções, espelhamentos, ação, reação e não-reação do corpo que dança.Trabalho desenvolvido na oficina de "Criação em Videodança", Sesc Copacabana, Dança em Foco. 2009. Rio de Janeiro/RJ/Brasil.

3mares 05 – Marçal Rodrigues - Vídeo editado pela seleção de imagens oriunda de diversas pessoas que receberam e-mail provocadas a contribuir partindo do titulo. 2009. Porto Alegre/RS/Brasil.

Segue – Marçal Rodrigues – Vídeo utilizando imagens de performers na rua durante pesquisa de montagem para o espetáculo 3mares. 2009. Porto Alegre/RS/Brasil.

Xirê – Robson Duarte - Uma homenagem ao músico Chico Science (música "Quilombo groove"), dentro disso está o filme "Corra, Lola, corra", e o ritual de iniciação do candomblé. Xirê significa brincadeira em ioruba (dialeto africano); no candomblé a expressão "a ordem do xirê" indica a sequência de eventos: sacrifício, oferenda e o despacho de exu - a festa em si - e a roda de oxalá. 2006. Porto Alegre/RS/Brasil.

Ponto azul – Olvídia Dias (Roteiro e Direção). Jair Jackmon (Fotografia). Maria Oliveira (Imagem). Olvídia Dias (Intérprete). Bobby Macferrin (Música). Michelle Andrews (Edição). Coletivo Difusão Cultural. 2008. Manaus/AM/Brasil.

Choreoriddle: Estratagemas para memorizar senhas – Stela Menezes (Concepção/Intérprete) - Vídeo apresentado como trabalho de conclusão de Especialização em Estéticas do Movimento: Videodança e Multimídia na Faculdade Angel Vianna (RJ). O dilema cotidiano de negociação de fronteiras entre as informações privadas que identificam cada indivíduo e a vida pública e institucionalizada onde essas informações precisam circular. O vídeo propõe um jogo onde 10 gestos coreográficos compõem um código. O espectador é convidado a decifrar o código para compreender as informações numéricas pessoais da bailarina que são apresentadas na segunda parte do vídeo. Gravado no RJ, em calçada em frente a um hotel na praia do Leme e em área interna de prédio residencial no bairro da Tijuca. 2007 Rio de Janeiro/RJ/Brasil.

Modelado – Jônia Guimarães – Na cor laranja forte surge o contraste do preto que aos poucos vai desvendando a forma. Com o movimento das imagens estáticas o corpo vai se apresentando e sendo modelado. As pernas desvendam o mistério. Artista plástica e bailarina, Jônia Guimarães é formada em Comunicação Social Rádio e TV estudou também no IADE, escola de artes e decoração. Trabalhou 14 anos como ceramista desenvolvendo esculturas, utilitários e luminárias. Atualmente trabalha como fotógrafa de dança, teatro e na criação de vídeodanças. Na área de educação ministra aulas de artes no ensino fundamental. 2008. São Paulo/SP/Brasil.

Sem título – Eduardo Severino (concepção). Tatiana da Rosa (edição). Improvisação: Eduardo Severino, Luciana Paludo, Luciano Tavares e Tatiana da Rosa. Autores da música pesquisada: Björk/Nelle Hooper/Marius du Vries/Sjon. Imagens captadas por câmeras de vídeo-monitoramento permanente da Guarda Municipal de Porto Alegre. Ação performática baseada em improvisação realizada junto à estátua em homenagem à cantora Elis Regina. O material textual acrescentado na edição procura dar conta de alguns desdobramentos surgidos durante a improvisação. 2009. Porto Alegre/RS/Brasil.

Fração de corpo – Olvídia Dias (Roteiro e Direção). Olvídia Dias e Bero Vidal (Imagens). Olvídia Dias, Carolina Saraiva, Maryluci, Rosa Almeida (Intérpretes). Corciole Exotic (Música). Michelle Andrews (Edição). Escola Superior de Arte e Turismo /ESAT. Coletivo Difusão Cultural. 2008. Manaus/AM/Brasil.

A hand in the front and another one behind – Robson Duarte - Videodança com as mãos. Música: "Highways" Hossam Ramzy (Percussion) & Gary Thomas (Didgeridoo). 2006. Porto Alegre/RS/Brasil.

Quarto escuro – A Caixa – Este vídeo faz parte do Quarto Escuro. Foi criado e realizado por Marco Mafra, Tatiana da Rosa, Alexandra Dias e Jerri Dias. Quarto Escuro é uma ação do grupo de estudos “A caixa e a chave”. O trabalho parte de tarefas pré-determinadas e toma corpo principalmente a partir dos desejos, universo e referências dos artistas envolvidos no projeto, cada membro do coletivo é criador e propõe sua própria obra dentro do espaço do quarto escuro. O universo de David Lynch é um convite e assim também habita este quarto. O projeto é de Alexandra Dias e o grupo é formado por André Mubarack, Dani Boff, Fernando Bakos, Heloisa Gravina, Jerri Dias, Marco Mafra, Michel Capeletti e Tatiana da Rosa. O vídeo é uma criação de Marco Mafra, Tatiana da Rosa, Alexandra Dias e Jerri Dias. 2009. Porto Alegre/RS/Brasil.

Copos – Vídeo criado a partir do experimento Copos de Alexandra Dias. Copos foi um desdobramento surgido no processo da pesquisa que a artista desenvolveu no Mestrado em Artes Cênicas na UFRGS em 2008-2009. O vídeo é uma criação de Alexandra Dias em colaboração com Jerri Dias. 2008-2009. Porto Alegre/RS/Brasil.

Danças ano zero – Sávio Stoco (Direção, Fotografia, Edição). Michelle Andrews, Ricardo Agum (Colaboração). Matheus Stoco (Intérprete). Agradecimentos: Cíntia Ivanildes Stoco. Coletivo Difusão Cultural. 2008. Manaus/AM/Brasil.

Suarged mes – Michelle Andrews (Direção, Fotografia e Edição). Allan Gomes (Intérprete). Valdemir de Oliveira (colaboração). Marcos Tubarão (trilha sonora). Coletivo Difusão Cultural. 2008. Manaus/AM/Brasil.

Bitacora - Sérgio Valenzuela Valdés – Video performance que parte da instalação “Bitacora”, exibida em 2007, no Centro Cultural Matucana 100. 2007. Chile.

Mais informações:
susanafranca@yahoo.com.br / (51) 9878-5218
lucian.tavares@gmail.com / (51) 9398-7351
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